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Outubro Rosa: TSE promove encontro de conscientização, acolhimento e cuidado com a saúde da mulher

Foto do escritor: Izamara Muniz
Izamara Muniz
há 4 horas
3 min de leitura

Realizada na sede de Goiânia, a ação reuniu colaboradoras para uma tarde de troca de experiências, reflexão e orientações sobre a importância da saúde física e emocional.


Grupo de mulheres sorrindo em sala clara, com crachás e camisetas cinza e rosa, posando para foto coletiva.

No dia 13 de outubro, a TSE Engenharia e Automação promoveu, em sua sede em Goiânia, uma ação especial em alusão ao Outubro Rosa. O encontro reuniu colaboradoras para uma tarde dedicada à conscientização sobre o câncer de mama, ao autocuidado e à importância de olhar também para a saúde emocional.


Mais do que compartilhar informações sobre a doença, a iniciativa buscou criar um ambiente de acolhimento, onde as participantes pudessem conversar abertamente, esclarecer dúvidas e dividir experiências.


A abertura do encontro foi conduzida pelo CFO da TSE, Flávio Fleuri, que destacou a importância de iniciativas como essa dentro do ambiente corporativo. Em sua participação, reforçou a necessidade de ampliar o diálogo sobre a saúde da mulher, incentivar o cuidado consigo mesma e valorizar momentos que permitam o acesso à informação.


O cuidado vai além dos exames preventivos


A programação contou com a participação de Amanda Dias, psicóloga com mais de nove anos de experiência na área oncológica, que trouxe uma perspectiva importante sobre os impactos emocionais do câncer na vida das mulheres.


Durante a conversa, Amanda abordou a importância do autocuidado em todas as suas dimensões. Além dos exames e do acompanhamento médico, destacou a necessidade de atenção à saúde mental, especialmente diante das mudanças físicas, emocionais e sociais que podem surgir com o diagnóstico da doença.


O enfrentamento do câncer não se limita ao tratamento clínico. O período que antecede o tratamento, suas diferentes etapas e a recuperação podem envolver medo, insegurança, alterações na autoestima e desafios nas relações pessoais. Por isso, o acolhimento psicológico e a construção de uma rede de apoio são fundamentais para o bem-estar das pacientes.


A participação da especialista também abriu espaço para perguntas e reflexões, aproximando o tema da realidade das colaboradoras.



Uma tarde de experiências e conexão


Além da conversa com a especialista, a ação contou com dinâmicas que incentivaram a participação das mulheres. Em uma das atividades, as colaboradoras foram convidadas a escrever três situações que poderiam enfrentar ao longo da vida, promovendo uma reflexão sobre desafios pessoais e emocionais.


Outro momento envolveu uma dinâmica com balões, que continham mensagens relacionadas ao Outubro Rosa. A atividade trouxe leveza ao encontro e reforçou, de maneira participativa, a importância da informação, da prevenção e do cuidado.


A tarde foi encerrada com um lanche especial preparado para as colaboradoras, proporcionando mais um momento de integração e troca de experiências.


Câncer de mama: informação e atenção aos sinais fazem a diferença


A conscientização sobre o câncer de mama continua sendo essencial diante da dimensão da doença no Brasil. Segundo a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deve registrar aproximadamente 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028. Desconsiderando o câncer de pele não melanoma, é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras.


A idade é um dos principais fatores de risco: aproximadamente quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. No entanto, a doença também pode atingir mulheres mais jovens, o que reforça a importância de estar atenta às mudanças no próprio corpo.


Entre os sinais que merecem avaliação médica estão o surgimento de nódulos persistentes ou endurecidos, alterações na pele da mama, mudanças no formato do mamilo, saída espontânea de líquido e presença de caroços nas axilas.


Conhecer o próprio corpo é uma atitude importante. A recomendação atual do INCA é que as mulheres observem e toquem suas mamas quando se sentirem confortáveis, sem necessidade de seguir uma técnica específica ou um calendário fixo de autoexame.


Essa prática não substitui a mamografia nem a avaliação de um profissional de saúde.

Ao perceber qualquer alteração suspeita, a orientação é procurar atendimento médico, independentemente da idade.


A realização de exames de rastreamento também deve considerar a faixa etária e as orientações médicas, especialmente nos casos em que existem fatores de risco individuais ou histórico familiar.



Cuidar das pessoas também faz parte da nossa cultura


Ao promover ações como o Outubro Rosa, a TSE reforça seu compromisso com a valorização das pessoas e com a construção de um ambiente de trabalho que incentive o diálogo, a informação e o bem-estar.


A iniciativa mostrou que falar sobre saúde também é abrir espaço para ouvir, acolher e compartilhar experiências.


Mais do que uma campanha realizada em outubro, a conscientização é um convite para que o cuidado esteja presente ao longo de todo o ano.



TSE Engenharia e Automação — Pensada por pessoas, projetada para o planeta.

 
 
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